Agência destaca robustez financeira, diversificação de receitas e potencial de crescimento da companhia
São Paulo, outubro de 2025 – A QI Tech, líder em infraestrutura para serviços financeiros e maior administradora e custodiante de FIDCs do país, segundo a ANBIMA, acaba de ter seu rating nacional de longo prazo elevado pela Fitch Ratings para “AA-(bra)”, com Perspectiva Positiva.
Segundo relatório da agência, a elevação reflete o ganho de escala, a maior diversificação de receitas e a manutenção de um perfil financeiro robusto. A Perspectiva Positiva indica a expectativa de que a QI Tech continue ampliando sua base de clientes e suas receitas, consolidando sua posição entre as instituições financeiras. A companhia é a única instituição de Banking as a Service do país classificada na categoria AA.
“Esse reconhecimento da Fitch reforça nossa visão de construir uma infraestrutura financeira sólida, confiável e preparada para suportar o crescimento acelerado dos nossos clientes. Segurança e resiliência sempre foram prioridades para a QI Tech, e o rating AA- demonstra que seguimos no caminho certo”, afirma Pedro Mac Dowell, CEO da QI Tech.
Com mais de 400 clientes ativos, a QI Tech consolidou-se como a única empresa brasileira a alcançar o status de unicórnio desde 2024. Sua missão é viabilizar o futuro dos serviços financeiros no Brasil por meio de tecnologia proprietária, mentalidade AI-first, segurança e compliance.
A companhia oferece infraestrutura completa para Banking as a Service, Lending as a Service e Risk Solutions, além de contar com sua própria DTVM — Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.
A Fitch ressalta ainda o baixo risco de crédito das operações, que permanecem no balanço por períodos curtos e são majoritariamente cedidas a terceiros. A agência também destaca a elevada qualidade dos ativos, dos quais 56% são compostos por títulos públicos.
Outro ponto de destaque é a capitalização e a liquidez do grupo, que registrou índice de capital principal de 63% em junho de 2025, muito acima dos requerimentos regulatórios. A companhia também possuía R$ 411 milhões em caixa próprio, complementados por linhas de contingência junto a bancos de primeira linha.